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Terceiro setor apresenta oportunidades para atuar com infâncias no Brasil

Terceiro setor apresenta oportunidades para atuar com infâncias no Brasil

21/05/2014 //POR INSTITUTO SINGULARIDADES

Novo curso de pós-graduação do Instituto Singularidades, “Desenvolvimento de programas socioeducativos para as infâncias”, preenche lacuna do mercado

As oportunidades de trabalho no terceiro setor ganham fôlego e crescem no século XXI. Atualmente, são mais de 20 milhões de pessoas atuando neste setor e mais de 250 mil organizações no Brasil, sendo a maioria voltada à educação não formal. Em um cenário animador, com um setor estruturado em planejamento, pesquisa e investimentos e com forte demanda de profissionais, a formação na área ainda permanece escassa. A maioria dos cursos de formação e de especialização existentes no mercado foca-se na educação formal (escola) ou ainda com abordagens mais técnicas que não contemplam as potencialidades de atuação e de pesquisa na educação não formal.

O novo curso de pós-graduação do Instituto Singularidades, “Desenvolvimento de programas socioeducativos para as infâncias”, preenche uma lacuna desse mercado, com uma perspectiva mais ampla e completa e oferece, tanto no âmbito da gestão de projetos, quanto na atuação direta com crianças, subsídios para que o profissional possa atuar em contextos diversos, como ONGs, institutos, centros sócio-educativo, fundações, redes, entre outros.

“Temos o objetivo de formar profissionais que trabalham ou buscam atuar na área da infância, da educação não formal e do terceiro setor, tanto no âmbito da gestão de programas para as infâncias quanto na atuação direta com crianças”, diz a coordenadora do curso Ana Claudia Arruda Leite, Mestre em Ciências Sociais da Educação pela PUC-SP e especialista em infância e juventude pela CLACSO/UNESCO. De acordo com a pedagoga, o curso apresenta uma proposta que tem por objetivo desenvolver competências para o desenvolvimento de programas, pesquisas e práticas que dialoguem com as necessidades e características dos diversos contextos na área.

Para a pedagoga, que atua há 15 anos na área de educação, as habilidades não cognitivas são tão importantes quanto às cognitivas. “Há uma série de coisas que podem ser aprendidas fora do currículo, como por exemplo, trabalhar em grupo, resolver problemas, pensar em novas soluções, usar novas linguagens, etc., e isso requer outro tipo de formação”, pondera.

O curso, voltado para educadores, gestores, líderes comunitários, psicólogos, assistentes sociais, jornalistas e demais profissionais que atuam em ONGs, fundações, institutos, museus e espaços socioeducativos, é dividido em três módulos e aborda “o olhar sensível para a criança”, seu desenvolvimento, culturas, linguagens, desenvolvimento integral, o brincar na infância, aprendizagem pela natureza e em espaços culturais e museus, além de políticas públicas, programas, pesquisas, mobilização na área da infância, relatos e troca de experiências de projetos, com um panorama do que está sendo realizado e discutido no Brasil e no mundo, com exemplos que são trazidos para a sala de aula.

“Esperamos um público diverso para valorizar os saberes do grupo, para que os professores possam compartilhar dessa riqueza também”, avalia Ana Claudia. “Além disso, esperamos que os profissionais com atuação direta na área aprimorem seu trabalho com crianças em uma perspectiva do desenvolvimento integral e também da valorização de seu protagonismo”, finaliza.

Início do curso: 02/09/14

Dias da semana: terças-feiras

Horário: das 19h às 22h30

*1 sábado por semestre, das 9h às 13h

Carga horária: 360 h

Duração: 4 semestres

Investimento: 24 parcelas de R$ 440,00

Mais informações: www.singularidades.com.br

26-11-2014